Um amigo meu que é promotor de eventos confessou a mim sua angústia por se sentir inferior diante de celebridades, coisa corriqueira em sua rotina já que encontrar pessoas famosas fazia parte do seu trabalho. Eu disse que isso acontecia porque ele supervalorizava as celebridades, considerando-as mais importantes que ele próprio. Então ele disse que falar era fácil e me desafiou a ir num desses eventos com ele para constatar meu comportamento. E ficou admirado com a desenvoltura com que conversei com todos. “Como você consegue isso?”, perguntou. “É que eu me sinto bonito e autoconfiante diante de qualquer pessoa?”, respondi. “Como posso eu também me sentir assim?”, ele quis saber. Pensei em criar um vídeo que incutisse nele a mesma crença que a minha. Fiz o vídeo e passei para ele que, semanas depois, me agradeceu pelos resultados obtidos, já que ele próprio parou de gaguejar diante de celebridades e passou a olhá-las diretamente nos olhos como pessoas comuns que são. Ao me perguntar como um simples exercício como aquele produzia resultados tão fantásticos, respondi que o cérebro não distingue entre experiência imaginada e experiência realmente vivenciada. Por isso, ao olhar para as celebridades no vídeo que fiz e dizer mentalmente a afirmação positiva, isso dava ao seu cérebro o sinal de uma experiência real. E como ele experimentava a autoconfiança em sua mente, diante de situações similares ele se comportava da mesma forma. Em PNL (Programação Neurolingüistica) existe uma ferramenta chamada “Âncora”. Nela, a pessoa é levada a se sentir de uma maneira desejada e no auge dessa sensação ela diz algo ou faz algo. Mais tarde, quando ele repetir esse algo, terá a mesma sensação. O exercício do vídeo também dispõe desse recurso da Âncora, já que ao assisti-lo regularmente, toda vez que você se ver diante de alguém importante ou que poderia intimidá-lo, a nova crença será disparada dentro de seu cérebro e um novo comportamento será posto em prática, um comportamento afinado com a nova crença.
Você não precisa lidar com celebridades para usar e se beneficiar desse exercício. Afinal, a auto-estima é um bem precioso. Se você melhorá-la, terá reflexos positivos em todas as áreas de sua vida. Já dizia Louise L. Hay no livro “Você pode curar sua vida” que a falta de auto-estima não é apenas um dos problemas, mas o problema na vida do ser humano. Resolvido este, os demais não passam de efeitos colaterais, incluindo-se aí a saúde, situação financeira e relacionamentos.
Você nem mesmo precisa ser bonito ou bonita pra usar este exercício. Você mesmo deve conhecer pessoas que nem são tão bonitas mas se comportam tão bem diante de outras pessoas que se tornam atraentes e radiantes. Ser bonito é diferente de se sentir bonito. Ser bonito pode acabar quando se atinge uma certa idade. Se sentir bonito pode durar para sempre. Independente de que idade ou aparência se tenha.
O Vídeo Para Mulheres: