quarta-feira

QUAIS ESPÍRITOS LHE ACOMPANHAM

O blog MAIS DE MIL FRASES DE EFEITO vai fazer 8 anos e, em todo esse tempo, temos evitado postar mensagens com teor religioso. Não porque somos contra a religião, mas sim porque queremos receber aqui pessoas de todos os credos, sem distinção por essa ou aquela escolha religiosa. Mas ao me deparar com esse vídeo de mensagem espírita, não pude conter a vontade de aproveitá-lo aqui no blog, pela mensagem direta e tão universal que ele apresenta. Porque, mais do que a luta entre o bem e o mal, ele enfoca o poder do pensamento, ensinando que através desse poder atraímos espíritos do bem ou do mal. Se esses espíritos existem, eu não posso confirmar. Mas é evidente a força do pensamento. E a mensagem do vídeo vale por esse enfoque. Bom aprendizado a todos. E que seus pensamentos tragam para você os BONS espíritos...

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terça-feira

AS 25 LEIS BÍBLICAS DO SUCESSO - resumo



AS 25 LEIS BÍBLICAS DO SUCESSO
William Douglas / Rubens Teixeira
Editora Sextante / 187 páginas
Uma seleção das melhores frases escolhidas especialmente por Tom R. para o blog MAIS DE MIL FRASES DE EFEITO.
Lembrando que a leitura deste resumo não substitui a importância da leitura integral do livro assim como um adiantamento salarial não substitui todo o salário. Mas este resumo apresenta bons insights que podem ser aproveitados em sua vida de alguma maneira.
Se reproduzir este resumo em algum outro veículo de comunicação (blog, TV, vídeo, revista, fórum, jornal, livro, etc.) preserve os créditos acima.

Não importa se você é empresário, gerente ou trabalhador, os ensinamentos bíblicos são como chaves: funcionam para todos. Se você utilizar a chave certa, poderá abrir as portas da excelência, da credibilidade e do sucesso.

Antes de iniciar uma construção, é preciso limpar o terreno. Nosso trabalho aqui será desconstruir alguns mitos e tirar da mente certos muros e armadilhas psicológicas que atravancam o sucesso.
É bom ressaltar que erros frequentes de interpretação da Bíblia,
somados a fatores históricos e culturais, amarram as pessoas, levando-as à estagnação e ao fracasso. E amarram igualmente o país.
A cultura afeta a todos, e a nossa, especialmente, carrega inúmeros
equívocos em relação ao sucesso e ao dinheiro.
No Brasil existe uma certa aversão pelo desejo de crescimento pessoal, profissional e financeiro. É quase o oposto do que ocorre
nos Estados Unidos, onde um dos fatores do desenvolvimento foi
a mentalidade protestante de que, com o trabalho e a bênção de
Deus, é possível melhorar de vida.
A questão é simples: nosso país não tem uma cultura dedicada
ao trabalho. Muitas pessoas têm quase raiva de quem progride,
entendem que riqueza é sinônimo de algo errado e acreditam que,
para vencer na vida, valem mais a sorte, a fraude ou o casamento
do que o estudo e o esforço.
Assim, a relação com o sucesso e a riqueza se torna doentia,
traduzindo-se em repulsa, culpa ou ambição exagerada, em vez do
ideal, que seria a busca por harmonia e equilíbrio.
Se você é religioso, precisa ficar atento a certos posicionamentos
errados dentro das igrejas, tendendo ora para a “teologia da prosperidade”, ora para a “teologia da miséria”. Conheça alguns deles:
*Acreditar que Deus tem a obrigação de dar bênçãos e riquezas
a quem frequenta a igreja e/ou faz ofertas generosas.
*Achar que querer melhorar de vida é pecado ou sinal de materialismo.
*Considerar riqueza e dinheiro como algo sujo.
*Não diferenciar a ambição positiva (o desejo de crescer e prosperar) da ambição egoísta, recriminada na Bíblia.
*Esperar que Deus providencie tudo, sem que a pessoa precise
fazer nada para alcançar o sucesso e a prosperidade.
Quem deseja ter prosperidade deve tomar cuidado para não se
deixar levar por conceitos equivocados, sejam eles religiosos ou
não.

O pecado da pressa
“Melhor é o homem paciente do que o guerreiro.” Provérbios 16:32a

O sucesso demora, dói e dá trabalho. Por outro lado, você pode ter certeza de uma coisa: dói menos e demora menos do que não ter sucesso, do que desistir, do que não ter sonhos nem planos e ficar à margem da vida.

Perguntar a opinião das pessoas, dar a elas liberdade e segurança para falar a verdade e ouvir críticas ao seu desempenho profissional exige muita coragem e disposição, e poucos fazem isso com sinceridade. E são exatamente esses poucos que melhoram, porque recebem informações sobre o que devem mudar. Ficar aberto ao feedback do seu chefe ou de seus colegas de trabalho e aprender a examinar quais críticas procedem e quais podem ser ignoradas é difícil, mas é a única forma de crescer.

Os sábios dizem que “a direção certa é mais importante que a velocidade”.

Portanto, não se concentre no dinheiro, e sim na competência, na dedicação e nas demais qualidades que precisa desenvolver para se destacar. O dinheiro será consequência.

Dizem que dinheiro gera dinheiro, mas acreditamos que dinheiro com trabalho gera dinheiro. Dinheiro sem sabedoria pode até levar ao empobrecimento, se você só gastá-lo.

Como disse um magnata do petróleo, para ter sucesso precisa-se
de três coisas: “1. Acordar cedo; 2. Trabalhar duro; 3. Achar petróleo.”
Você pode argumentar que nem todos vão encontrar petróleo,
mas essa é outra variável que move a máquina de fazer dinheiro: a
sorte. Porém, antes de contar com ela, é necessário acordar cedo e
trabalhar duro.

A Bíblia diz que “quem tenta enriquecer-se depressa não ficará sem castigo” (Provérbios 28:20). Não pense que Deus irá lançar um raio sobre essa pessoa ou puni-la por mero capricho. O que acontecerá é que ela estará desobedecendo a uma lei espiritual e ao adotar um comportamento negativo estará sujeita a sofrer suas consequências. É uma relação de causa e efeito.
Quem tem pressa em ter sucesso ou ficar rico acaba fazendo negócios equivocados por querer resultados rápidos demais. A pressa tira a serenidade, atrapalha o raciocínio, faz a pessoa tomar decisões ruins ou até eticamente reprováveis.

Antídotos
*Desenvolva a paciência.
*Aproveite o que pode parecer uma “demora” para adquirir mais conhecimento e experiência.
*Lembre-se de que a direção correta é mais importante que a velocidade.

“A paciência é amarga, mas seus frutos são muito doces.”
Jean-Jacques Rousseau

Riqueza e pobreza não são sinônimos, respectivamente, de felicidade e infelicidade. Pior do que ser pobre é ser rico sem estar
preparado para isso. A riqueza pode se tornar um grande problema
se não for norteada por princípios e encarada com maturidade.
É preciso ter um mínimo de equilíbrio emocional para lidar com o sucesso e a riqueza – e de competência para administrar os dois.
Dizem que “dinheiro não traz felicidade” e isto é fato, mas não vivemos só de felicidade. Não pagamos a conta de luz com felicidade, nem o plano de saúde com um sorriso. O dinheiro tem seu lugar em nossa vida e nada melhor do que ele para resolver certos problemas práticos do cotidiano, como contas e despesas.

Se o dinheiro fosse capaz de, sozinho, garantir todos os benefícios
que as pessoas precisam para serem felizes e realizadas, não
veríamos tantos ricos em depressão ou insatisfeitos com a vida.

Não se deve dar valor de mais ao dinheiro, nem de menos. O
que a Bíblia ensina sobre isso? Primeiro, a não amarmos o dinheiro
e a não torná-lo prioridade em nossa vida. Podemos tê-lo, até muito, mas sem que o amemos. O dinheiro é um bom escravo, mas um péssimo senhor (Mateus 6:24-27, Lucas 16:14).
Aprenda a ter uma relação saudável com o sucesso e o dinheiro,
nem os amando nem os desprezando. Assim eles lhe servirão.

Há um pensamento que pode ajudar quem deseja evitar este
pecado capital: “Não se esforce para ter prazer, aprenda a ter prazer no esforço.” Quem age assim sobe na vida. Quem sente prazer ao trabalhar rende mais. Infelizmente, muitas pessoas não gostam mesmo de trabalhar. Algumas cumprem o expediente e realizam suas tarefas só por obrigação, outras conseguem descobrir maneiras de se motivar. Claro que nem sempre fazemos o que nos satisfaz, mas precisamos aprender a gostar para rendermos mais e até para o trabalho fluir melhor.

Há estudos que sustentam que, se toda a riqueza do mundo fosse dividida igualmente por todos, em poucos anos ela estaria de volta às mãos de quem já a possui hoje. A razão? Essas são as pessoas que sabem administrar as riquezas, e as obteriam de volta. Os que nunca aprenderam a lidar com o dinheiro perderiam o “presente” sem muita demora.

A ideia de que trabalho é castigo está impregnada na nossa cultura e pode ter se originado de uma análise equivocada da Bíblia. Ou, pelo menos, da falta de conhecimento da integralidade da mensagem bíblica. A leitura do texto de Gênesis 3:17 – sobre como Adão pecou e, a partir de então, teve que trabalhar e ganhar o pão com o suor de seu rosto – pode levar à conclusão errada de que o trabalho foi o castigo pelo pecado e, portanto, é algo ruim. Essa interpretação não leva em conta que, antes da queda, Adão já trabalhava (Gênesis 2:15).

Como destaca o Salmo 128, uma pessoa abençoada vive “do trabalho das suas mãos”.
Viva, portanto, do seu trabalho. Procure não depender dos outros, não importa se do governo, do ex-marido ou de um parente.
Se ainda não gosta de trabalhar, aprenda a gostar.

 “Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele.” Salmos 118:24.

Há quem acredite que é errado enriquecer ou melhorar de vida. Algumas pessoas parecem ter raiva de quem procura prosperar, um sentimento que acabam projetando sobre a própria riqueza. Se você acha que ser rico é ruim, terá problemas em se dedicar e melhorar de vida. E, pior, se por alguma razão vier a alcançar sucesso, sentirá culpa. É bem comum as pessoas se sabotarem na busca da prosperidade e do sucesso.

Todos esses conceitos são equivocados. E muito! Claro que existem ricos desonestos e egoístas, mas isso não é exclusividade deles. Famílias desestruturadas existem em todos os lugares e classes sociais, e fraudes também, como comprovam os "gatos" de energia elétrica e televisão a cabo.
Curioso perceber que muitos pensam que quando o rico é desonesto, é ladrão, e quando o pobre é desonesto, é "coitadinho", vítima, necessitado.

É bem positivo internalizar que há pessoas ricas boas e generosas, que chegaram ao topo por sua competência e dedicação. São pessoas honestas, que usam sua riqueza de forma digna e a compartilham com a família. Adquirir esses modelos mentais de realização e encontrar exemplos admiráveis é parte do processo de motivação e orientação para o sucesso.

Há certas correntes da intelectualidade que defendem que os mais
humildes teriam maior pureza, inocência, candura ou bondade. Não é o caso: a bondade e a maldade estão espalhadas por todos os  povos, raças, classes sociais e níveis de escolaridade.

"Se você tem vergonha da sua meta, ela não vai acontecer." Roberto Shinyashiki

Há uma parábola no livro de Mateus sobre o generoso proprietário de uma vinha que resolveu pagar a mesma quantia tanto para os trabalhadores que tinham se empenhado mais quanto para os que tinham se esforçado menos.
Quem trabalhou mais reclamou, embora tenha recebido exatamente o valor acertado. A grande questão foi o incômodo por outros terem trabalhado menos e recebido a mesma quantia. Repare no que o proprietário diz no final: "Não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?" (Mateus 20:15)

Em certo aspecto, ficar reclamando da vida porque outra pessoa tem algo é uma forma de incorrer no mesmo erro que aqueles  trabalhadores cometeram, ou seja, ficar se importando com as dádivas que outra pessoa recebeu. Cuide do que é seu, não do que é dos outros.

"Abençoe aquilo que você quer." Filosofia dos sábios do Havaí

Para que o sonho vire realidade não pode haver preguiça. É preciso se organizar, planejar e "arar a terra". Nas fantasias, a pessoa fica apenas imaginando, em geral soluções miraculosas ou que dependem da sorte ou de terceiros, e não faz nada de concreto. Uma pessoa que fantasia muito em geral não termina nenhum projeto porque não gosta de executar. Quando começa a fase da execução, do trabalho duro... ela parte para uma nova fantasia, maior e melhor!

A Bíblia diz que o orgulho precede a queda e que todo monte será abatido (Provérbios 16:18 e 18:12; Isaías 40:4). Por tudo isso, cuidado para que o sucesso conquistado não se vire contra você e prejudique a manutenção ou continuidade do seu crescimento. A humildade, além de angariar a admiração e a simpatia de todos, é um requisito para continuar evoluindo.

Há um provérbio chinês que diz: "Quando o jogo acaba, o rei e o peão voltam para a mesma caixa".

Aprenda a ser humilde, não de forma forçada ou falsa, mas de coração, sabendo que essa orientação é um dos melhores escudos
contra a inveja e os erros de julgamento.

A vida é efêmera, frágil e sempre surpreendente. O acaso e as mudanças de cenário são parte do jogo. Uma hora estamos por cima, outra podemos estar por baixo. Por isso, uma dose de humildade e flexibilidade não faz mal a ninguém.
Quem é arrogante e pretensioso tem menos chances de prever essas reviravoltas e de se adaptar às surpresas do mercado e da vida.

Assim, o sucesso será de quem souber, quando chegar sua hora e sua chance, aproveitar bem as oportunidades.

Note que a chuva, os rios e os ventos vêm para todos, mas alguns possuem bases e estruturas sólidas, outros não. Alguns suaram a camisa para furar a pedra e fazer fundações mais seguras, outros fizeram a opção mais fácil de construir na areia.

Estudos demonstram que as metas registradas, seja em papel, seja em algum outro suporte, são mais fáceis de alcançar do que as guardadas apenas na memória.

A Lei do Planejamento
"Os planos bem elaborados levam à fartura."
Provérbios 21:5

Em A vida do rei Henrique V (Ato III, Cena VII), William Shakespeare expressa muito bem a importância da prudência e do
planejamento: "O arco do tolo dispara depressa." A falta de   planejamento e a pressa são contraproducentes.

"Quem falha em planejar, planeja falhar." Winston Churchill

PERSISTÊNCIA
"Se o machado está cego e sua lâmina não foi afiada, é preciso golpear com mais força; agir com sabedoria assegura o sucesso." Eclesiastes 10:10

Afiar o machado é mais inteligente do que bater com mais força.

"O pessimista queixa-se do vento, o otimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas." William George Ward

Como diz Warren Buffett, o problema não é errar, é insistir no erro:
"Eu não tenho nenhum problema em fazer negócios com alguém que já foi à falência. Mas jamais farei negócios com alguém que foi à falência duas vezes pelo mesmo motivo."

"Ele supre aos seus amados enquanto dormem" (Salmos 127:2b). Ou seja, a natureza irá agir se você não se opuser a ela.

De acordo com a reportagem "Dormir para aprender" da revista Veja, Albert Einstein (1879-1955) dormia dez horas por noite e dormia mais uma quando tinha uma idéia nova. Leonardo da Vinci (1452-1519) acordava cedo, mas reservava 15 minutos a cada duas horas para uma soneca. Assim, encarava os seus desafios com a mente descansada.

"Disciplina é a ponte que liga nossos sonhos às nossas realizações." Pat Tillman

SEJA VIGILANTE
"Porque não há nada oculto, senão para ser revelado, e nada escondido senão para ser trazido à luz." Marcos 4:22

Quando somos reconhecidos por nossas virtudes, há um efeito colateral.
Passamos a ser alvo dos maus e dos invejosos, que tentarão desconstruir a boa imagem que formamos. Nessas horas, tenha paciência, não aceite nem retribua provocações e deixe o tempo agir. A verdade sempre vence. Se estão invejando você, isso é sinal de sucesso. Um sinal incômodo, mas, ainda assim, um sinal.

Veja o exemplo de Jesus. Ele foi desprezado por boa parte das pessoas com quem lidou e até das que ajudou, mas isso não impediu que cumprisse sua missão. Ele ignorou a ingratidão e seguiu em frente, alcançando êxito. É assim que nós também devemos proceder. Do grande número de pessoas que ajudarmos e com quem formos corretos, conseguiremos, pouco a pouco, construir uma legião de pessoas gratas, dignas e que estarão ao nosso lado. Isso demanda tempo e vale ouro na vida pessoal e profissional.

Um das características importantes tanto para liderar quanto para fazer parte de uma equipe saudável e produtiva é a capacidade de não se ofender por qualquer coisa, de perdoar e de esquecer erros e ofensas. Não se melindrar facilmente, não sentir necessidade de se vingar ou devolver palavras duras, ter espírito de solidariedade, seja com as pessoas mais fracas, seja com as de trato difícil — tudo isso é relevante.
Evite, sempre que possível, se envolver em brigas, disputas e litígios. Por incrível que pareça, ao ser atacado, a melhor defesa é não revidar. É um método simples e eficiente, mas que exige muita disciplina. "Honroso é para o homem o desviar-se de questões; mas todo insensato se entremete nelas" (Provérbios 20:3). A Bíblia diz também que "a resposta calma desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira" (Provérbios 15:1). Ao fazer a paz e não a guerra, você se torna mais agradável, trilha um caminho mais leve e, sobretudo, não perde seu foco, que é produzir, e não brigar.

"Eu posso não estar onde gostaria de estar, mas estou feliz por saber que estou a caminho". Joyce Meyer

"Ao que distribui mais se lhe acrescenta, e ao que retém mais do que é justo, é para a sua perda." Provérbios 11:24

"O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá." Provérbios 11:25

As religiões costumam falar em céu, inferno, formas de expiação de pecado e de redenção e tudo o mais, mas esse não é o nosso objetivo. Nosso foco é o sucesso e, do ponto de vista intelectual e lógico, os resultados positivos não são privilégio de quem tem fé, mas de quem segue os valores que geram o sucesso. Sob a perspectiva da vida cotidiana, um ateu que siga as leis bíblicas citadas aqui será profissionalmente muito mais respeitado do que um religioso que não as siga.
As leis do sucesso não discriminam ninguém.




sexta-feira

Frases de Efeito de ANA MARIA BRAGA





O SEGREDO em 30 minutos - The Secret in 30 minutes






O PODER DO HÁBITO - Charles Duhigg

O PODER DO HÁBITO – Charles Duhigg
Editora Objetiva – 404 páginas
Uma seleção das melhores frases escolhidas especialmente por Tom R. para o blog MAIS DE MIL FRASES DE EFEITO.
Lembrando que a leitura deste resumo não substitui a importância da leitura integral do livro assim como um adiantamento salarial não substitui todo o salário. Mas este resumo apresenta bons insights que podem ser aproveitados em sua vida de alguma maneira.
Se reproduzir este resumo em algum outro veículo de comunicação (blog, TV, vídeo, revista, fórum, jornal, livro, etc.) preserve os créditos acima.


Um agradecimento especial a Thaisa Zucke pela indicação deste livro!


Os hábitos, dizem os cientistas, surgem porque o cérebro está o tempo todo procurando maneiras de poupar esforço. Se deixado por conta própria, o cérebro tentará transformar quase qualquer rotina num  hábito, pois os hábitos permitem que nossas mentes desacelerem com mais frequência. Este instinto de poupar esforço é uma enorme vantagem. Um cérebro eficiente exige menos espaço, o que permite uma cabeça menor, tornando o parto mais fácil e portanto causando menos mortes de bebês e de mães. Um cérebro eficiente também nos permite parar de pensar constantemente em comportamentos básicos, tais como andar e escolher o que comer, de modo que podemos dedicar energia mental para inventar lanças,
sistemas de irrigação e, por fim, aviões e video games.

No entanto, apenas entender como os hábitos funcionam — aprender a estrutura do loop do hábito — já os torna mais fáceis de controlar. Assim que você divide um hábito em seus componentes, está apto a brincar com as engrenagens.

Os hábitos nunca desaparecem de fato. Estão codificados nas estruturas do nosso cérebro, e essa é uma enorme vantagem para nós, pois seria terrível se tivéssemos que reaprender a dirigir depois de cada viagem de férias. O problema é que nosso cérebro não sabe a diferença entre os hábitos ruins e os bons, e por isso, se você tem um hábito ruim, ele está sempre ali à espreita, esperando as deixas e  recompensas certas.”

Um dia no começo da década de 1900, um bem-sucedido executivo americano chamado Claude C. Hopkins foi abordado por um velho amigo com uma nova ideia comercial. O amigo explicou que
descobrira um produto incrível, que ele estava convencido de que seria um sucesso. Era uma pasta de dente, uma preparação mentolada e espumante que ele chamava de “Pepsodent”.

Hopkins, na época, estava no topo de uma indústria em rápida expansão que mal existia umas poucas décadas antes: a publicidade. Ele era o homem que convencera os americanos a comprar cerveja Schlitz alardeando que a empresa limpava suas garrafas “com vapor vivo”, enquanto deixava de mencionar que
todas as outras empresas usavam exatamente o mesmo método. Ele seduzira milhões de mulheres a comprar sabonete Palmolive afirmando que Cleópatra se banhara com ele, apesar dos protestos veementes de historiadores indignados. Ele tornara o cereal matinal Puffed Wheat famoso dizendo que era “disparado com armas” até que os grãos inchassem “até oito vezes o tamanho normal”. Ele transformara dezenas de produtos antes desconhecidos — a aveia Quaker, os pneus Goodyear, a “vassoura mágica” Bissell, o porco com feijão da Van Camp — em nomes comuns em todos os lares. E nesse processo, ficara tão rico que sua autobiografia, o best-seller My Life in Advertising [Minha vida na publicidade], dedicava longas passagens às dificuldades para gastar tanto dinheiro.
No entanto, Claude Hopkins era mais conhecido por uma série de regras que criou, explicando como formar novos hábitos entre consumidores. Essas regras transformariam indústrias inteiras e acabariam se tornando uma sabedoria convencional entre marqueteiros, reformadores pedagógicos, profissionais da saúde pública, políticos e diretores executivos. Mesmo hoje, as regras de Hopkins influenciam tudo, desde como compramos produtos de limpeza até os recursos que os governos usam para erradicar doenças. Elas são fundamentais à criação de qualquer nova rotina.

Cinco anos após firmada essa parceria, Hopkins transformou a Pepsodent num dos produtos mais conhecidos do mundo e, nesse processo, ajudou a criar o hábito de se escovar os dentes, que se
alastrou pelos Estados Unidos numa velocidade estonteante. Em pouco tempo, todo mundo, de Shirley Temple a Clark Gable, estava se vangloriando de seu “sorriso Pepsodent”. Em 1930, a Pepsodent já era vendida na China, África do Sul, Brasil, Alemanha, e em quase todos os lugares onde Hopkins pudesse
comprar anúncios. Uma década depois da primeira campanha da Pepsodent, pesquisadores descobriram que escovar os dentes se tornara um ritual diário para mais da metade da população americana. Hopkins ajudara a estabelecer a escovação como uma atividade diária.
O segredo de seu sucesso, Hopkins se gabaria depois, era que ele achara um certo tipo de deixa e recompensa que alimentara um hábito específico. É uma alquimia tão poderosa que, mesmo hoje, os princípios básicos ainda são usados por gigantes dos bens de consumo, criadores de video games, produtores de alimentos, hospitais e milhões de vendedores no mundo todo.

Então, o que foi, exatamente, que Hopkins fez?
Ele criou um anseio. E esse anseio, como se descobriu, é o que faz com que as deixas e recompensas funcionem. Esse anseio é o que alimenta o loop do hábito.
Ao longo de sua carreira, uma das táticas que se tornaram marca registrada de Claude Hopkins era encontrar estímulos simples para convencer os consumidores a usar seus produtos todos os dias. Ele
vendia aveia Quaker, por exemplo, como um cereal matinal capaz de fornecer energia para 24 horas — mas só se você comesse uma tigela toda manhã. Anunciava tônicos que curavam dores de barriga,
dores nas juntas, pele ruim e “problemas femininos” — mas só se você tomasse o remédio logo na primeira aparição dos sintomas.
Em pouco tempo, as pessoas estavam devorando aveia no raiar do dia ou bebendo goles de garrafinhas marrons sempre que sentiam qualquer indício de fadiga ou indigestão, o que, por sorte, acontecia  pelo menos uma vez por dia.

“Ganhei um milhão de dólares com a Pepsodent”, Hopkins escreveu uns poucos anos depois que o produto surgiu nas prateleiras. O segredo, disse, era que ele “aprendera a psicologia humana certa”. Essa psicologia era fundamentada em duas regras básicas.
Primeira: ache uma deixa simples e óbvia.
Segunda: defina claramente as recompensas.
Se você acertasse esses elementos, prometia Hopkins, era como mágica.

Mesmo hoje, as regras de Hopkins são um ingrediente essencial dos livros de marketing e a base de milhões de campanhas publicitárias.
E estes mesmos princípios já foram usados para criar milhares de outros hábitos — muitas vezes sem que as pessoas se dessem conta de como estão seguindo de perto a fórmula de Hopkins.
Estudos sobre pessoas que conseguiram instaurar novas rotinas de exercícios, por exemplo, mostram que é mais provável elas se manterem fiéis a um plano de exercícios se escolherem uma deixa
específica, tal como correr assim que chegam do trabalho, e uma recompensa clara, como uma cerveja ou uma noite de TV sem culpa.

Eles queriam manter a simplicidade nos anúncios: achar uma deixa óbvia e definir claramente a recompensa.

Se você quer começar a correr toda manhã, é essencial que escolha uma deixa simples (como sempre amarrar os cadarços dos tênis antes do café da manhã, ou deixar suas roupas de corrida ao lado da cama) e uma recompensa clara (como uma guloseima no meio d dia, um senso de realização ao registrar quantos quilômetros você correu, ou a dose de endorfina que uma corrida proporciona). Porém, incontáveis estudos demonstraram que uma deixa e uma recompensa, por si sós, não são suficientes para que um novo hábito dure. Só quando seu cérebro começar a nutrir uma expectativa pela recompensa — ansiar pelas endorfinas ou pelo senso de realização — é que o ato de amarrar os cadarços dos tênis de corrida toda manhã se tornará automático. A deixa, além de deflagrar uma rotina, também precisa deflagrar um anseio para que a recompensa venha.

Dezenas de outros publicitários já tinham usado a mesma linguagem que a Pepsodent anos antes de Hopkins entrar em campo. Todos os seus anúncios tinham prometido remover a película dental e oferecido belos dentes brancos como recompensa.
Nenhum deles tinha funcionado.
Mas depois que Hopkins lançou sua campanha, as vendas de Pepsodent foram às alturas. Por que a Pepsodent era diferente?
Porque o sucesso de Hopkins foi movido pelos mesmos fatores que fizeram o macaco Julio puxar a alavanca e as donas de casa borrifarem Febreze nas camas recém-arrumadas. A Pepsodent criou um anseio.

Depois que a Pepsodent começou a dominar o mercado, pesquisadores de empresas concorrentes quebraram a cabeça para entender por quê. O que descobriram foi que os consumidores diziam que, se esquecessem de usar Pepsodent, percebiam seu descuido, pois sentiam falta daquela sensação gelada e ardida na boca. Eles esperavam — ansiavam — por essa leve irritação. Se isso não estivesse presente, não sentiam que suas bocas estavam limpas.
Claude Hopkins não estava vendendo dentes bonitos. Estava vendendo uma sensação. Uma vez que as pessoas passaram a ansiar por esse ardidinho gelado — uma vez que passaram a associar isso à limpeza —, escovar os dentes tornou-se um hábito.

São os anseios que impulsionam os hábitos. E descobrir como criar um anseio torna mais fácil criar um novo hábito. Isso é tão verdade hoje quanto era quase um século atrás. Toda noite, milhões de pessoas escovam os dentes para ter uma sensação ardida na boca; toda manhã, milhões calçam sapatos de corrida para receber uma injeção de endorfina pela qual aprenderam a ansiar.

Sua estratégia como técnico personificava um axioma, uma Regra de Ouro da mudança de hábito que, segundo mostraram estudos e mais estudos, está entre as ferramentas mais poderosas para gerar mudanças. Dungy reconheceu que nunca se pode realmente eliminar os hábitos ruins.
Em vez disso, para mudar um hábito, você precisa manter a velha deixa e oferecer a velha recompensa, mas inserir uma nova rotina. Eis a regra: se você usa a mesma deixa, e fornece a mesma recompensa, pode trocar a rotina e alterar o hábito. Quase todo comportamento pode ser transformado se a deixa e a recompensa continuarem as mesmas.
A Regra de Ouro já influenciou tratamentos para alcoolismo, obesidade, transtornos obsessivo-compulsivos e centenas de outros comportamentos destrutivos, e entendê-la pode ajudar qualquer
pessoa a mudar seus próprios hábitos. (Tentativas de parar de fazer lanches, por exemplo, muitas vezes fracassam, a não ser que haja uma nova rotina para satisfazer as velhas deixas e anseios por recompensa. Um fumante geralmente não consegue largar o vício se não encontrar alguma atividade para substituir os cigarros quando seu anseio por nicotina é deflagrado.)

O sistema de Dungy acabaria transformando os Bucs num dos times mais vitoriosos da liga. Ele se tornaria o único treinador da história da NFL a chegar às finais em dez anos consecutivos, o primeiro técnico afro-americano a vencer um Super Bowl, e uma das figuras mais respeitadas do esporte profissional. Suas técnicas como treinador se disseminariam por toda a liga e todo o mundo dos esportes. Sua abordagem ajudaria a esclarecer como se transformam hábitos na vida de qualquer pessoa.

Estudiosos de Harvard, Yale, da Universidade de Chicago, da Universidade do Novo México e de dezenas de outros centros de pesquisa descobriram dentro do A.A. um tipo de ciência semelhante ao que Tony Dungy usou no campo de futebol americano. Suas descobertas endossam a Regra de Ouro da mudança de hábito: o A.A. dá certo porque ajuda os alcoólatras a usarem as mesmas deixas e receberem as mesmas recompensas, mas ele altera a rotina.

Para oferecer aos alcoólatras as mesmas recompensas que obtêm num bar, o A.A. montou um sistema de encontros e companheirismo — o “padrinho” com quem cada membro trabalha — que se esforça para oferecer tanta fuga, distração e catarse quanto um porre de sexta-feira à noite. Se alguém precisa de alívio, pode consegui-lo falando com seu padrinho ou comparecendo a uma reunião de grupo, em vez de brindar com um parceiro de bebida.
“O A.A. força você a criar novas rotinas do que fazer cada noite em vez de beber”, disse Tonigan. “Você pode relaxar e extravasar suas ansiedades nos encontros, falando sobre elas. As deixas e recompensas continuam as mesmas, é só o comportamento que muda.”

Então o terapeuta ensinou para Mandy o que é conhecido como “reação concorrente”. Disse a ela que, sempre que sentisse essa tensão nas pontas dos dedos, devia imediatamente pôr as mãos nos bolsos ou embaixo das pernas, ou agarrar um lápis ou alguma outra coisa que tornasse impossível colocar os dedos na boca. Depois Mandy devia procurar alguma coisa que fornecesse um estímulo físico básico — tal como esfregar o braço ou bater os nós dos dedos numa mesa —, algo que gerasse uma reação física.
As deixas e recompensas continuaram as mesmas. Só a rotina mudou.

Uma semana depois, Mandy tinha roído as unhas só três vezes e usara a reação concorrente sete vezes. Ela se recompensou com uma sessão de manicure, mas continuou usando as fichas.
Depois de um mês, o hábito de roer as unhas sumira. As reações concorrentes tinham se tornado automáticas. Um hábito substituíra o outro.
“Parece ridiculamente simples, mas uma vez que você está ciente de como seu hábito funciona, que reconhece as deixas e recompensas, você está a meio caminho de mudá-lo”, disse Nathan Azrin, um dos criadores do treinamento de reversão de hábito.
“Parece que isso deveria ser mais complexo. A verdade é que o cérebro pode ser reprogramado. Você só precisa fazer isso de forma deliberada.”

Mandy nunca se dera conta de que um anseio por um estímulo físico estava causando seu hábito de roer unhas, mas, uma vez que dissecou o hábito, tornou-se fácil achar uma nova rotina que fornecia a mesma recompensa.

Digamos que você quer parar de comer fora de hora no trabalho. A recompensa que está buscando é satisfazer sua fome?
Ou é interromper o tédio? Se você lancha para ter uma breve libertação, pode facilmente encontrar outra rotina — tal como fazer uma caminhada rápida, ou se dar três minutos na internet — que proporcione a mesma interrupção sem alargar sua cintura.
Se você quer parar de fumar, pergunte a si mesmo: você faz isso porque ama a nicotina, ou porque isso proporciona um estímulo rápido, uma estrutura para o seu dia, um jeito de socializar? Se você fuma porque precisa de estímulo, estudos indicam que um pouco de cafeína à tarde pode aumentar suas
chances de largar o cigarro. Mais de trinta estudos de ex-fumantes descobriram que identificar as deixas e recompensas que eles associam aos cigarros, e então escolher novas rotinas que forneçam
compensações parecidas — um Nicorette, uma rápida série de flexões de braço, ou simplesmente tirar uns poucos minutos para se alongar e relaxar —, aumenta a probabilidade de eles pararem.

“Em algum ponto, as pessoas no A.A. olham à sua volta e pensam: se funcionou para esse cara, acho que pode funcionar para mim”, disse Lee Ann Kaskutas, uma cientista do Alcohol Research Group. “Há algo de poderoso em grupos e experiências compartilhadas. As pessoas talvez sejam céticas sobre sua
capacidade de mudar se estiverem por conta própria, porém um grupo pode convencê-las a suspender a descrença. Uma comunidade cria fé.”

Em tantas outras situações, no entanto, não houve uma tragédia que precedesse as transformações das pessoas. Em vez disso, elas mudavam porque estavam inseridas em grupos sociais que facilitaram a mudança.

Quando as pessoas se juntam a grupos em que a mudança parece possível, o potencial para que ela ocorra se torna mais real. Para a maior parte das pessoas que conseguem pôr sua vida em ordem não há
momentos cruciais de desastres que mudam tudo. Há apenas comunidades — às vezes de uma única outra pessoa — que tornam possível acreditar na mudança.

A evidência é clara: se você quer mudar um hábito, precisa encontrar uma rotina alternativa, e suas chances de sucesso aumentam drasticamente quando você se compromete a mudar como parte de um grupo. A fé é essencial e cresce a partir de uma experiência comunitária, mesmo que esta comunidade possua apenas duas pessoas.
Sabemos que a mudança pode acontecer. Alcoólatras podem parar de beber. Fumantes podem largar o cigarro. Eternos perdedores podem virar campeões. Você pode parar de roer as unhas ou de fazer lanche no trabalho, de gritar com seus filhos, de passar a noite acordado, ou de se atormentar com pequenas
preocupações. E, como descobriram os cientistas, não são apenas as vidas individuais que podem ser mudadas quando alguém dedica atenção aos hábitos.

Quando as pessoas começam a fazer exercícios habitualmente, mesmo com uma frequência baixa, como uma vez por semana, elas começam a mudar outros padrões não relacionados em suas vidas, muitas
vezes sem saber disso. Tipicamente, pessoas que fazem exercícios começam a se alimentar melhor e se tornar mais produtivas no trabalho. Elas fumam menos e demonstram mais paciência com colegas e familiares. Usam seus cartões de crédito com menos  frequência e afirmam sentir menos estresse. O motivo não é totalmente claro. Mas para muitas pessoas o exercício é um hábito angular que deflagra mudanças disseminadas. “O exercício transborda para outras áreas”, disse James Prochaska, um pesquisador da Universidade de Rhode Island. “Há algo nele que facilita os outros hábitos.”
Estudos documentaram que famílias com o hábito de jantar juntas parecem educar crianças com melhor aptidão para as lições de casa, melhores notas, maior controle emocional e mais confiança.
Arrumar a cama toda manhã é correlacionado com uma produtividade melhor, uma maior sensação de bem-estar, e maior aptidão para se manter dentro do orçamento. Não que uma refeição em família ou uma cama arrumada cause melhores notas ou menos despesas supérfluas. Mas, de algum modo, essas mudanças iniciais deflagram reações em cadeia que ajudam outros bons hábitos a se firmarem.

As pequenas vitórias são exatamente o que parecem ser, e são parte de como os hábitos angulares geram mudanças disseminadas.

 “Pequenas vitórias são uma aplicação constante de uma pequena vantagem”, escreveu um professor de
Cornell em 1984. “Uma vez que uma pequena vitória foi conquistada, forças que favorecem outra pequena vitória são postas em movimento.” Pequenas vitórias alimentam mudanças transformadoras, elevando vantagens minúsculas a padrões que convencem as pessoas de que conquistas maiores estão dentro de seu alcance.

Conforme as pessoas fortaleciam seus músculos da força de vontade numa parte de sua vida — na academia, ou num programa de gerenciamento de dinheiro —, essa força transbordava para o que eles comiam ou para seu empenho no trabalho. Uma vez que a força de vontade se tornava mais poderosa, ela afetava tudo.

 “Quando você aprende a se forçar a ir à academia, a começar sua lição de casa ou a comer uma salada em vez de um hambúrguer, parte do que está acontecendo é que você está mudando o modo como pensa”, disse Todd Heatherton, um pesquisador de Dartmouth que trabalhou em estudos sobre a força de vontade. “As pessoas aprendem a controlar melhor seus impulsos. Aprendem a se distrair das tentações. E uma vez que você entrou nesse sulco criado pela força de vontade, seu cérebro tem prática em ajudar você a se concentrar num objetivo.”

 “É por isso que colocar as crianças em aulas de piano ou de esportes é tão importante. Não tem nada a ver com criar um bom músico ou um craque do futebol de 5 anos”, disse Heatherton.
“Quando você aprende a se obrigar a praticar durante uma hora ou correr 15 voltas, começa a construir força de autocontrole. Um menino de 5 anos capaz de seguir a bola durante dez minutos se torna um aluno de sexta série que pode começar a lição de casa na hora certa.”

Parece absurdo pensar que o ato de dar às pessoas alguns pedaços de papel em branco pode fazer uma diferença na rapidez com que elas se recuperam de uma cirurgia. Mas quando a pesquisadora visitou os pacientes três meses depois, descobriu uma diferença marcante entre os dois grupos. Os pacientes que
tinham escrito planos em seus folhetos haviam começado a andar quase duas vezes mais rápido do que os que não tinham. Eles começaram a sentar e levantar da cadeira, sem ajuda, quase três vezes mais rápido. Estavam calçando os sapatos, lavando roupa e preparando refeições mais depressa que os pacientes que não tinham anotado previamente suas metas.

O simples ato de dar aos empregados um senso de autonomia — uma sensação de que estão no controle, de que têm autoridade legítima para tomar decisões — pode aumentar radicalmente o grau de energia e o foco que eles dedicam ao emprego.

Dar aos empregados um senso de controle melhorou o grau de autodisciplina que dedicavam a seus empregos.

Para convencer os americanos a comer fígados e rins, as donas de casa precisavam saber como dar à comida uma aparência, sabor e aroma o mais semelhante possível àquilo que suas famílias esperavam ver na mesa do jantar toda noite, concluíram os cientistas. Por exemplo, quando a Divisão de Subsistência do Corpo de Quartéis-Mestres — as pessoas encarregadas de alimentar os soldados — começou a servir repolho fresco para as tropas em 1943, ele foi rejeitado. Então os refeitórios picaram e cozinharam o repolho até ele ficar parecido com qualquer outro legume na bandeja de um soldado — e as tropas comeram sem reclamar. “Os soldados tendiam mais a comer a comida, fosse conhecida ou estranha, quando ela era preparada de um modo parecido com suas experiências anteriores e servida de um jeito familiar”, escreveu um pesquisador de hoje avaliando estes estudos.

Seja vendendo uma nova música, uma nova comida ou um novo berço, a lição é a mesma: se você veste alguma coisa nova em hábitos antigos, fica mais fácil para o público aceitá-la.

A utilidade desta lição não se restringe a grandes corporações, órgãos do governo ou empresas de rádio tentando manipular nossos gostos. Estas mesmas descobertas podem ser usadas para mudar o modo como vivemos.

Para comercializar um novo hábito — seja ele um alimento ou um exercício aeróbico — é preciso entender como fazer com que o novo pareça familiar.

“O que descobrimos foi que, neurologicamente falando, os jogadores patológicos ficavam mais entusiasmados com a vitória. Quando os símbolos se alinhavam, mesmo que eles não chegassem
a ganhar nenhum dinheiro de verdade, as áreas em seu cérebro relacionadas à emoção e recompensa eram muito mais ativas do que em jogadores não patológicos. Mas o realmente interessante foram as quase vitórias. Para os jogadores patológicos, perder por pouco era um resultado parecido com uma vitória. Seu cérebro reagia quase do mesmo jeito. Mas para um jogador não patológico, uma quase vitória parecia uma derrota. Pessoas sem problemas com jogos eram mais capazes de reconhecer que perder por pouco continua querendo dizer que você perdeu.”

Os jogadores não compulsivos, ao ver uma quase vitória, recebiam uma dose de apreensão que deflagrava um hábito diferente, aquele que diz: Eu deveria parar antes que fique pior.

As empresas de jogos estão muito cientes dessa tendência, é claro, e é por isso que, nas últimas décadas, os caça-níqueis têm sido reprogramados para gerar uma quantidade mais constante de quase vitórias.13 Os jogadores que continuam apostando depois de quase vencer são aquilo que torna os cassinos, pistas de corrida e loterias estaduais tão lucrativos. “Acrescentar uma quase vitória a uma loteria é como jogar gasolina numa fogueira”, disse um consultor da loteria estadual que falou comigo sob a condição de anonimato. “Quer saber por que as vendas dispararam? Um em cada dois bilhetes de raspadinha é programado para fazer você sentir que quase ganhou.”

Porém todo hábito, por maior que seja sua complexidade, é maleável. Os alcoólatras mais viciados podem ficar sóbrios. As empresas mais disfuncionais podem se transformar. Um menino que largou o ensino médio pode se tornar um gerente bem-sucedido.
No entanto, para modificar um hábito, você precisa decidir mudá-lo. Deve aceitar conscientemente a dura tarefa de identificar as deixas e recompensas que impulsionam as rotinas do hábito e encontrar alternativas. Você precisa saber que possui o controle e ser autoconsciente o bastante para usá-lo.

 “Toda a nossa vida”, nos disse William James no prólogo, “na medida em que tem forma definida, não passa de uma massa de hábitos — práticos, emocionais e intelectuais — sistematicamente
organizados para nossa felicidade ou nosso sofrimento e nos conduzindo irresistivelmente rumo ao nosso destino, qualquer que seja ele”.

 “Tem dois peixes jovens nadando juntos, e eles por acaso encontram um peixe mais velho nadando no outro sentido, que acena para eles e diz: ‘Bom dia, meninos. Como vai a água?’”, disse o escritor David
Foster Wallace a uma classe de graduandos em 2005. “E os dois peixes jovens continuam nadando um pouco; então uma hora um deles olha para o outro e diz: ‘Água? O que é água?’”
A água são os hábitos, as escolhas impensadas e decisões invisíveis que nos cercam todos os dias — e que, pelo simples ato de olharmos para elas, se tornam visíveis de novo.

Ao longo de toda a sua vida, Willam James escreveu sobre os hábitos e seu papel central em gerar felicidade e sucesso. Ele acabou dedicando um capítulo inteiro de sua obra-prima The Principles of
Psychology [Os princípios da psicologia] a esse assunto. A água, disse ele, é a analogia mais apropriada para como um hábito funciona. A água “escava um canal para si mesma, que vai ficando mais largo e mais profundo; e, após ter deixado de fluir, ela retoma, ao fluir novamente, o caminho antes traçado por ela própria”.
Você agora sabe como redirecionar esse caminho. Você agora tem o poder de nadar.

A parte difícil de estudar a ciência dos hábitos é que a maioria das pessoas, quando ouvem falar nesse campo de pesquisa, querem saber a fórmula secreta para mudar rapidamente qualquer hábito. Se os cientistas descobriram como esses padrões funcionam, então é razoável pensar que eles também devem ter achado uma receita para a mudança rápida, certo?
Se ao menos fosse assim tão fácil.
Não é que fórmulas não existam. O problema é que não há uma única fórmula para mudar hábitos. Há milhares.
Os indivíduos e os hábitos são todos diferentes, e por isso as maneiras específicas de diagnosticar e mudar os padrões em nossas vidas diferem de uma pessoa para a outra e de um comportamento para o outro. Parar de fumar é diferente de deixar de comer compulsivamente, que é diferente de mudar o modo como você se comunica com seu cônjuge, que é diferente de como você prioriza as tarefas no trabalho. Além disso, os hábitos de cada pessoa são guiados por anseios diferentes.
Consequentemente, este livro não contém uma única prescrição. Em vez disso, esperei ter proporcionado algo diferente: um modelo para entender como os hábitos funcionam e um guia para experimentar o modo como eles podem mudar. Alguns hábitos prestam-se facilmente à análise e influência. Outros são mais
complexos e persistentes, e exigem estudo prolongado. E para outros, a mudança é um processo que jamais se conclui totalmente.
Mas isso não significa que ela não pode acontecer.

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Deepak Chopra - Criando Prosperidade

Deepak Chopra
Criando Prosperidade
Uma seleção das melhores frases escolhidas especialmente por Tom R. para o blog MAIS DE MIL FRASES DE EFEITO.
Lembrando que a leitura deste resumo não substitui a importância da leitura integral do livro assim como um adiantamento salarial não substitui todo o salário. Mas este resumo apresenta bons insights que podem ser aproveitados em sua vida de alguma maneira.
Se reproduzir este resumo em algum outro veículo de comunicação (blog, TV, vídeo, revista, fórum, jornal, livro, etc.) preserve os créditos acima.

O material contido neste livro está extremamente condensado e deve ser metabolizado e vivenciado na consciência do leitor.

 “Mundos infinitos surgem e desaparecem na vasta expansão de minha própria consciência, como se fossem partículas de poeira dançando num raio de luz”. - Antigo Provérbio Védico.

Quando estamos ligados à natureza da realidade e sabemos que essa mesma realidade é nossa própria natureza, percebemos que podemos criar qualquer coisa, porque toda criação material tem uma única origem.

A natureza recorre ao mesmo manancial para criar um aglomerado de nebulosas, uma galáxia de estrelas, uma floresta tropical, um corpo humano ou um pensamento.

Tudo o que é matéria, tudo o que podemos ver, tocar, ouvir, saborear, ou cheirar é feito da mesma coisa e vem da mesma fonte. O conhecimento desse fato nos confere a capacidade de realizar qualquer desejo, adquirir qualquer objeto material que possamos querer e vivenciar sem limites a realização e a alegria.

A diferença entre duas coisas – como a diferença de um átomo de chumbo e um átomo de ouro – não está no mundo material. As partículas subatômicas como prótons, elétrons, quarks e bosons que constituem um átomo de ouro ou de chumbo são exatamente as mesmas. Além disso, embora as chamemos de partículas, elas não são materiais, e sim impulsos de energia e informação. O que torna o ouro diferente do chumbo é a organização e a quantidade desses impulsos.

Toda criação material é estruturada a partir de informação e de energia.

Quais são os estados de consciência, de informação e energia que dão origem à riqueza pessoal?

As pessoas com consciência de riqueza só almejam o que há de melhor.

Desprendimento e Caridade

O desprendimento leva automaticamente à caridade e à partilha, pois ele deriva da consciência de que a fonte que dá origem a tudo é infinita, ilimitada e inesgotável.

Espere o Melhor
A expectativa determina os resultados. Portanto, espere sempre o melhor e você receberá sempre o melhor.

A Manifestação dos Desejos

Existe um mecanismo preciso através do qual todos os desejos podem ser manifestados, e ele funciona em quatro etapas:
Primeira: Você entra no espaço que existe entre dois pensamentos. Esse vão é a janela, o corredor, o vórtex transformacional através do qual a mente individual se comunica com a mente cósmica.
Segunda: Nesse espaço, afirme sua intenção de atingir uma meta preestabelecida com a maior clareza possível.
Terceira: Desligue-se completamente de seu objetivo, porque apegar-se a um objeto desejado ou procurá-lo faz com que você saia do vão.
Quarta: Deixe o universo cuidar dos detalhes para a realização do desejo.
Lembre-se de que a meta está entregue ao vão. É dele a potencialidade de organizar e orquestrar todas as etapas necessárias para produzir qualquer resultado.
Você deve se lembrar de alguma ocasião em que quis muito lembrar-se um nome, mas não o conseguiu, apesar de todos os esforços. Entretanto, assim que você esqueceu desse desejo, que se desapegou do objetivo desejado, o nome surgiu em sua mente como um passe de mágica. Pois esse é o mecanismo da realização de qualquer desejo.

Um dos modos mais simples e fáceis de entrar nesse vão é praticar a meditação, e qualquer forma de meditação ou prece pode ajudá-lo a manifestar seus desejos a partir desse nível.

Lembre-se, ao receber o resultado, que a gratidão e a generosidade são atributos naturais da mente voltada para a prosperidade.

Amor e Luxo
Ame-se. Ame sua família. Ame seus clientes e fregueses. Ame a todos. Ame o mundo. Não existe um poder maior do que o amor.
Ame também o luxo, adote-o como estilo de vida, sabendo que ele é o estado natural do ser humano. Gostar do luxo e desejá-lo é um dos requisitos para o livre fluxo da riqueza.

Motivar os Outros
Ajudar os outros a ganhar dinheiro e a realizar seus desejos é um modo infalível de garantir que você ganhará muito dinheiro e verá seus próprios sonhos tornarem-se realidade.

Circular a Riqueza
O dinheiro é como o sangue, precisa circular.

O dinheiro parado é como o sangue bloqueado, cujos coágulos são muito prejudiciais. O dinheiro é uma energia que recebemos em troca dos serviços que prestamos ao universo e à humanidade, e para que continue chegando a nós temos de mantê-lo em constante circulação.

Como disse um poeta sufi, Rumi: “Muito além das idéias do certo e do errado existe um campo. Nos encontraremos lá”.

O sábio védico afirma: ”Não sofro pelo passado nem temo pelo futuro porque minha vida está supremamente concentrada no presente, e as respostas a qualquer situação estão aqui mesmo”.

A Unidade Por Trás da Diversidade
A consciência de unidade é um estado de iluminação em que perfuramos a máscara de ilusão que cria fragmentação e a separação. Por trás da aparência de separação existe um campo unificado de plenitude, onde a cena e o observador são uma só coisa.
Vivenciamos a unidade de consciência quando estamos apaixonados, quando entramos em contato com a natureza, admirando as estrelas ou caminhando na praia, ou ouvindo música, dançando, lendo poesia, orando e experimentando o silêncio da meditação.
Na unidade de consciência, nos esgueiramos pela barreira do tempo para entrarmos no parque de diversões da eternidade. Quantas vezes já dissemos algo como: “A paisagem era incrível, quase perdi o fôlego diante da beleza das montanhas. Foi como se o tempo tivesse parado”. Nesse momento você e as montanhas tornaram-se um só. Em um nível muito profundo de percepção sabemos que eu, você, as montanhas e tudo o mais somos o mesmo Ser em diferentes roupagens.

Riqueza Sem Preocupação
A consciência de riqueza implica a ausência de preocupação com o dinheiro. As pessoas realmente ricas jamais temem perder sua riqueza porque sabem que no lugar de onde ela veio existe uma fonte inesgotável de dinheiro.

Certa vez, quando conversávamos sobre um projeto sobre a paz mundial com o mestre Maharishi Mahesh Yogi, alguém lhe perguntou: “E de onde virá todo esse dinheiro?” Ao que ele respondeu sem hesitação: “De onde quer que ele esteja neste momento”.

A expressão da gratidão é uma força poderosa que gera muito mais do que já recebemos.

Crie toda a riqueza que seu coração desejar. Realize todos os desejos materiais e imateriais que você possa ter. Crie a riqueza e gaste-a com prodigalidade, depois reparta-a com os outros. Dê riqueza a seus filhos, familiares, parentes, amigos, à sociedade e ao mundo.

Somos filhos privilegiados do universo e ele escolheu repartir sua fortuna conosco.

Basta dirigirmos nossa atenção para prosperidade e ela será nossa.

Deus está em todos os lugares e para sentir sua presença você só precisa abraçá-lo conscientemente com sua atenção.

Os físicos dizem que quando nos aprofundamos no estudo dos átomos, indo além das partículas atômicas que os constituem e entrando na nuvem de partículas subatômicas que, por sua vez, constituem essas partículas atômicas, descobrimos que elas são tão pequenas que não podem ser vistas nem medidas. Não existem e nunca existirão instrumentos capazes de medir essas partículas subatômicas, que recebem nomes engraçados, como quarks, bosons, leptons e outros. De fato, elas são tão incrivelmente minúsculas que só podemos pensar nelas.
Mas, você pode perguntar, se não conseguimos vê-las nem medí-las, como sabemos que existem? A resposta é: sabemos que elas existem pelos rastros luminosos resultantes de sua passagem, que podem ser vistos e até fotografados com instrumentos sofisticados, os aceleradores de partículas. E, é claro, se alguma coisa deixa rastro, essa coisa existe. Mas há algo interessantes ainda sobre essas partículas: elas só passam a existir quando queremos observá-las.
Dessa forma, se estivermos diante de um campo quântico, cada vez que olhamos para ele essas partículas lampejam para a existência. Cada vez que desviamos a atenção delas elas desaparecem no vazio. São como pequeninas luzes que acendem e apagam num quarto às escuras.
Na escuridão do espaço infinito e ilimitado, as partículas passam a existir em conseqüência do simples ato de prestar atenção no campo. Enquanto não lhe damos atenção, elas são apenas uma probabilidade no campo de todas as possibilidades.

É a atenção que “capta” essa onda, essa amplitude de probabilidade, e a traz para a existência material. Dessa forma, uma partícula subatômica é literalmente criada por você ou por mim através do ato da observação.

Note a magia que há nisso! É a qualidade de nossa atenção que a traz para a existência material!

Na verdade, toda criação material nada é além do eu interior sendo vivenciado por meio das diferentes qualidades de atenção que ele dá a si próprio.

Todas as possibilidades
Isso significa todas as possibilidades – qualquer coisa que você imaginar e muito mais. Portanto, você tem a capacidade de possuir qualquer coisa que surja no domínio de sua imaginação, e mesmo as que atualmente estão fora dos limites de sua imaginação.

O universo é a interação harmoniosa de todos os elementos e forças que criam o equilíbrio e a harmonia. A palavra universo significa, numa tradução literal, “canção única” (uni: um, único: verso: canção). Nessa canção, nessa harmonia, há paz, alegria e bem-aventurança.

A bem-aventurança não deve ser confundida com felicidade. A felicidade sempre acontece por um motivo. Você fica feliz quando alguém o elogia, quando faz um excelente trabalho, quando ganha muito dinheiro ou tem um relacionamento agradável.
Mas quando você é feliz sem um motivo específico, feliz pelo simples fato de existir, você está em estado de bem-aventurança.
Nós vivemos dessa bem-aventurança; ela é a natureza da própria existência.
Ela é inerente ao campo, é mais primordial que nosso corpo, está mais próxima de nós do que nossa mente. E nos segue para onde vamos.
Esse estado de pura bem-aventurança é a expressão do puro amor. Quando o amor é puro, você se torna a encarnação do amor. Esse amor não é oferecido a ninguém, nem negado a ninguém. Ele simplesmente se irradia de você, como a luz se irradia de uma fogueira.

Cada pensamento que você tem, cada idéia que surge em sua cabeça, envia uma mensagem química ao núcleo da consciência celular. Portanto, fixar a atenção numa palavra, que é a expressão simbólica de uma idéia, é um verdadeiro passe de mágica.
Ele transforma o invisível em visível.